Hoje, na Ásia, os mercados sofreram quedas após a divulgação dos resultados corporativos. O noticiário destaca a desaceleração do crescimento na Coréia do Sul. O PIB cresce 0,6% no 3T12 (taxa anualizada), significativamente abaixo do crescimento nos trimestres anteriores. A desaceleração foi causada pela queda dos investimentos, já que consumo e exportações tiveram om desemprenho. Na Alemanha, o indicador de confiança dos consumidores subiu em Outubro, surpreendendo o mercado. Já na França, a confiança dos consumidores recuou, como esperado. Ainda na região, a Itália teve sucesso na venda de títulos de longo prazo. Na agenda do dia, nos EUA, destaque para a divulgação dos dados preliminares do PIB no 3T12 e para a revisão do indicador de confiança dos consumidores da Universidade de Michigan. No Brasil, o Banco Central divulgará os dados do mercado de crédito em Setembro, provavelmente indicando manutenção do quadro registrado nos meses anteriores: queda de taxas, recuo marginal dos atrasos e da inadimplência, e crescimento do crédito impulsionado pelos bancos públicos.
Alex Pardellas/Vicente Koki
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26 outDireto ao Ponto – Mercados
25 outHoje, os mercados da Ásia encerraram a sessão com resultados mistos. No Japão, segundo o noticiário, a alta das bolsas foi impulsionada basicamente pela expectativa de que o Banco Central anuncie uma nova expansão do seu programa de compra de títulos em sua próxima reunião, continuando a seguir os passos do FED. No sentido contrário, na China, o fechamento foi negativo, refletindo a recorrente preocupação dos investidores com a recuperação da economia doméstica. Na Itália, as vendas no varejo não caíram em Agosto, contrariando a expectativa pessimista do mercado. E no Reino Unido, a surpresa foi ainda maior, com o PIB tendo crescido 1,0% (taxa anualizada de 4,0%) no terceiro trimestre, significativamente acima do previsto. Dados preliminares sugerem que os Jogos Olímpicos deram relevante contribuição para a expansão do PIB, dado o crescimento de 1,3% do setor de serviços. Nos EUA, destaque para o índice de atividade nacional do FED de Chicago e para as encomendas de bens duráveis. No Brasil, o desemprego ficou em 5,4% em setembro, marginalmente acima do esperado. A agenda do dia também inclui a reunião do Conselho Monetário Nacional.
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24 outHoje, os mercados da Ásia encerraram a sessão com resultados mistos. Na China, a melhora no PMI Manufacturing, segundo dados preliminares da Markit, impulsionou o avanço do mercado. No sentindo contrário, os resultados empresariais negativos nos EUA pressionaram o mercado no Japão. Na Zona do Euro, os índices PMI Manufacturing, Service e Composite vieram abaixo das projeções, indicando que a economia da região inicia o quarto trimestre em contração similar à observada no terceiro trimestre. E na Alemanha, a confiança empresarial teve nova queda em Outubro, indicando que o impacto da crise regional no país está crescendo. Ainda na Alemanha, durante o dia, Draghi fará uma apresentação perante o Parlamento sobre a situação na região. Nos EUA, destaque para a divulgação do PMI Manufacturing preliminar da Markit, para os dados sobre vendas de moradias novas e para a reunião do FED, em relação à qual não há expectativas de novidades. No Brasil, não há divulgação de indicadores relevantes durante o dia.
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23 outHoje, a maioria dos mercados da Ásia encerrou o dia em queda, sem grandes destaques na região. Hoje na França, o indicador de confiança empresarial INSEE mostrou uma deterioração de sentimento mais forte do que o esperado em Outubro. O indicador tem percorrido uma trajetória de queda desde meados do ano passado e, com a queda de Outubro, retornou para o nível observado há cerca de três anos. Na Espanha, o Tesouro vendeu títulos de curto prazo com sucesso e o Banco Central divulgou sua projeção para a variação do PIB no terceiro trimestre: uma nova queda, agora de 0,4%. Na Grécia, o governo anunciou que o déficit fiscal nos primeiros nove meses do ano ficou em EU$ 12,7 bi, abaixo da meta de EU$ 13,5 bi. No mesmo período, o déficit primário caiu para EU$ 2,1 bi, ficando também abaixo da meta, de EU$ 2,9 bi. Na agenda do dia, nos EUA, destaque para a divulgação do índice de atividade industrial do FED Richmond relativo à Outubro. No Brasil, o Banco Central divulgará as contas externas relativas à Setembro.
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22 outHoje, os mercados da Ásia fecharam o dia com resultados mistos. O destaque na região foi a divulgação dos dados do comércio exterior no Japão, mostrando que o país continuou a sofrer os efeitos da crise global em Setembro. O noticiário destaca a queda das exportações para a China, provocada pelo conflito gerado pela disputa, entre os dois países, por um arquipélago no Pacífico, mas as exportações já vinham caindo desde Maio, e de forma generalizada. Na Europa, o noticiário destaca a vitória do partido de Rajoy na eleição na Galícia e sua derrota na eleição no País Basco. Em princípio, a mera passagem da eleição e a vitória na Galícia eliminam alguns obstáculos que tem “impedido” Rajoy de pedir ajuda à União Europeia. Porém, as perspectivas em relação à Espanha continuam a ser obscuras, e o governo permanece relutante e é possível que o governo passe agora apenas a contar os dias para a eleição na Catalunha, marcada para 25 de Novembro. Na agenda do dia não há destaques relevantes no exterior. No Brasil, os dados da CNI mostram melhora da indústria em Outubro.
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19 outHoje, os mercados da Ásia encerraram a sessão com resultados mistos, sem grandes destaques na região, excluindo a queda maior do que o previsto dos investimentos estrangeiros diretos na China em Setembro. Na Zona do Euro, o mercado acompanha o último dia do encontro de líderes da União Europeia, mas os avanços parecem restritos à confirmação do compromisso de estabelecer a base legal para a criação da supervisão bancária centralizada na região até o início de 2013. Como esperado, os temas Espanha e Grécia não foram tratados durante a cúpula. Na agenda de indicadores, destaque para os dados positivos no setor industrial italiano em Agosto. Nos EUA, às 11h, ocorrerá a divulgação do índice de vendas de moradias existentes. No Brasil, o IPCA-15 de Outubro subiu mais do que o previsto. A alta do índice foi acompanhada pela alta das medidas de núcleo e do índice de difusão.
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18 outHoje, os mercados da Ásia tiveram uma sessão positiva, basicamente em função dos bons números da economia da China em Setembro. Todos os indicadores divulgados hoje mostraram crescimento maior do que o previsto, com destaque para a aceleração da expansão das vendas do varejo. É fato que o crescimento do PIB no 3T12 ficou abaixo do crescimento no 2T12. Porém, o indicador ficou em linha com o previsto e a pequena desaceleração em relação ao trimestre anterior poderia ser vista, em princípio, como sinal de que o pior está ficando para trás. Na Europa, a atenção do mercado parece estar voltada para a reunião da cúpula da União Europeia, em relação à qual há poucas expectativas de avanços materiais. O noticiário da região destaca também, na Espanha, a exitosa venda de títulos de médio e longo prazo e o aumento da inadimplência nos bancos locais. Nos EUA, o jobless claims voltou a subir revertendo a forte queda da semana anterior. A agenda do dia inclui também a divulgação do índice de atividade regional do FED Philadelphia relativo a Outubro. No Brasil, a ata da ultima reunião do COPOM justificou o voto de cinco membros do comitê a favor da redução da Selic para 7,25% basicamente com a percepção de que “o cenário para importantes economias emergentes se apresenta mais desafiador do que se antecipava”. A ata reafirmou também o entendimento, por parte do Copom, de que as condições monetárias deverão permanecer estáveis por um bom período de tempo.
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17 outHoje, os mercados da Ásia encerraram o dia com resultados positivos, refletindo o bom humor do mercado dos EUA na véspera e a decisão da Moody’s de manter a nota da Espanha estável. No Reino Unido, dados do mercado de trabalho mostraram um surpreendente recuo do desemprego e uma geração de empregos acima do previsto em Agosto, e em Portugal, o Tesouro teve sucesso na venda de títulos de curto prazo. O destaque na região, no entanto, foi a decisão da Moody´s, tomada basicamente em função da disposição do Banco Central Europeu de comprar títulos da Espanha, assim como de outros países e sob determinadas condições, e dessa forma reduzir o risco de financiamento do país. A decisão elimina uma das nuvens que pairava sobre a Zona do Euro e dá novo impulso ao otimismo que prevalece na região. Na agenda do dia, nos EUA, destaque para a divulgação de dados do mercado imobiliário. No Brasil, o IGP10 recuou mais do que o esperado em Outubro, graças ao comportamento favorável do IPA. Os preços agrícolas no atacado subiram apenas 0,53%, significativamente abaixo da alta de 1,98% no IGPdi de Setembro, e os preços industriais no atacado subiram apenas 0,34%, significativamente abaixo da alta de 0,76% no IGPdi. Outro destaque da agenda será a divulgação dos dados do CAGED em Setembro, agendada para esta tarde.
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16 outHoje, os principais mercados da Ásia encerraram a sessão em alta, refletindo basicamente o desempenho positivo de Wall Street na sessão anterior. Na Zona do Euro, a inflação ao consumidor subiu marginalmente abaixo do esperado em Setembro. Na Alemanha, o índice de confiança financeira subiu mais do que o esperado, mas a natureza volátil do indicador sugere cautela na extrapolação dessa recuperação. Ainda na região, Espanha e Grécia tiveram sucesso na venda de títulos de curto prazo. Já em relação à reunião de líderes de governos, agendada para esta semana, a novidade é o noticiário sobre a possibilidade de a Espanha ter apoio da Alemanha para solicitar uma linha preventiva de crédito junto à União Europeia. É possível que negociações sobre esse tema prosperem, mas as discussões da cúpula, nesta semana, deverão mesmo focar em questões genéricas, como indicado por Angela Merkel ao destacar que o tema central da reunião será “harmonização da competitividade”. Nos EUA, a inflação ao consumidor subiu 2,0% em Setembro, e ainda hoje, serão divulgados dados da produção industrial e do índice de confiança dos construtores. No Brasil, não há divulgação de indicadores relevantes previstas para o dia, e o destaque do noticiário fica para as possíveis repercussões da decisão da Cemig de não renovar a concessão de três das suas principais usinas hidroelétricas.
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15 outHoje, a maioria dos mercados da Ásia encerrou a sessão em alta, com exceção da China, onde os mercados recuaram em função de expectativas negativas em relação à temporada de divulgação dos resultados das empresas locais. Curiosamente, dados positivos da própria China, em relação a inflação e balança comercial, ajudam outros mercados a começar o dia em tom positivo. A inflação ao consumidor recuou para 1,9% ano/ano em Setembro, mantendo o nível médio dos últimos quatro meses, e as exportações cresceram quase 10% ano/ano, sustentando o crescimento das vendas para o exterior no terceiro trimestre. Na Zona do Euro, o noticiário tem poucas novidades em relação a Grécia e Espanha, reforçando a expectativa de que o encontro de líderes da Zona do Euro marcada para esta semana traga poucas ou nenhuma decisão relevante. Na agenda do dia, nos EUA, destaque para os dados das vendas de varejo e para o índice de atividade industrial Empire Manufacturing. No Brasil, não há divulgação de indicadores relevantes durante o dia.
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